segunda-feira, 6 de outubro de 2014

MANIFESTO NOTÍCIAS: Lista dos deputados federais eleitos

  
   Para conhecer os deputados que serão efetivamente eleitos, deve-se, antes, saber quais foram os partidos políticos vitoriosos para, depois, dentro de cada agremiação partidária que conseguiu um número mínimo de votos, observar quais são os mais votados. Encontram-se, então, os eleitos. Trata-se do sistema proporcional: para se chegar ao resultado final, aplicam-se os chamados quocientes eleitoral (QE) e partidário (QP). O quociente eleitoral é a soma do número de votos válidos, dividida pelo número de cadeiras em disputa. Apenas partidos isolados e coligações que atingem o quociente eleitoral têm direito a alguma vaga.

   A partir daí, analisa-se o quociente partidário, que é o resultado do número de votos válidos obtidos, pelo partido isolado ou pela coligação, dividido pelo quociente eleitoral. O saldo da conta corresponde ao número de cadeiras a serem ocupadas. Depois dessas etapas, verifica-se quais são os mais votados dentro de cada partido isolado ou coligação, os quais estarão efetivamente eleitos. Havendo sobra de vagas, divide-se o número de votos válidos do partido ou da coligação, pelo número de lugares obtidos mais um. Quem alcançar o maior resultado assume a cadeira restante.

   
Plenário, câmara federal

Abaixo a lista dos deputados federais eleitos, por unidade dafederação:
Amapá

ROBERTO GÓES (PDT) 22.134  votos - 5 73 %
JANETE (PSB) 21.108 votos - 5,47 %
CABUÇU (PMDB) 18.709 votos 4,85 %
VINÍCIUS GURGEL (PR)  18.661 votos 4,83 %
PROFESSORA MARCIVÂNIA (PT) -16.162 votos 4 19 %
ANDRÉ ABDON (PRB) 13.798 votos 3,57 %
MARCOS REATEGUI (PSC) 12.485 votos 3,23 %
JOZI ROCHA (PTB)10.007votos 2,59 %

Distrito Federal

Fraga (DEM) - 155.056 votos - 10,66%
Rogério Rosso (PSD) 93.653 votos - 6,44%
Érika Kokay (PT) - 92.558 votos - 6,37%
Ronaldo Fonseca (PROS) - 84.583 votos - 5,82%
Rôney Nemer (PMDB) - 82.594 votos - 5,68%
Izalci (PSDB) - 71.937 votos - 4,95%
Augusto Carvalho (SD) - 39.461 votos - 2,71%
Laerte Bessa (PR) 32.843 votos - 2,26%

Confira a cobertura completa sobre as eleições aqui

Espírito Santo

SERGIO VIDIGAL (PDT)  161.744 votos -  9,01 %
LELO COIMBRA (PMDB) 94.759 votos - 5,28 %
MAX FILHO (PSDB) 91.210 votos - 5,08 %
FOLETTO    (PSB)   88.110 votos - 4,91 %
HELDER SALOMAO (PT) 83.967 votos - 4,68 %
DR. JORGE SILVA (PROS) 69.880 votos - 3,89 %
MANATO (SD)  67.631 votos - 3,77 %
GIVALDO (PT) 50.928 votos - 2,84 %
EVAIR DE MELO (PV) 48.829 votos -  2,72 %
MARCUS VICENTE (PP) 45.525 votos -  2,54 %

Goiás

Delegados Waldir (PSDB) - 274.625 votos - 9,06 %
Daniel Vilela (PMDB) - 179.214 votos - 5,91 %
Flávia Morais (PDT) - 159.122 votos - 5,25 %
Giuseppe Vecci (PSDB) - 120.283 votos - 3,97 %
Magda Mofatto (PR) - 118.458 votos - 3,91 %
Rubens Otoni (PT) - 115.874 votos - 3,82 %
Célio Silveira (PSDB) - 110.992 votos - 3,66 %
Alexandre Baldy (PSDB) - 107.544 votos - 3,55 %
João Campos (PSDB) - 107.344 votos - 3,54 %
Jovair Arantes (PTB) - 92.945 votos- 3,06 %
Marcos Abrão (PPS) - 92.347 votos - 3,04 %
Heuler Cruvinel (PSD) - 90.877 votos - 3%
Roberto Balestra (PP) - 85.534 votos - 2,82 %
Fábio Sousa (PSDB) - 82.204 votos - 2,71 %
Thiago Peixoto (PSD) - 79.666 votos - 2,63 %
Lucas Vergílio (SD) - 78.387 votos - 2,58 %
Pedro Chaves (PMDB) - 77.925 votos - 2,57 %

Mato Grosso

NILSON LEITÃO (PSDB) - 127.749 - (8,78 %)
ADILTON SACHETTI (PSB) - 112.722 - (7,75 %)
FABIO GARCIA (PSB) 104.976 - (7,22 %)
SÁGUAS MORAES (PT) - 97.858 - (6,73 %)
CARLOS BEZERRA (PMDB) - 95.739 - (6,58 %)
EZEQUIEL FONSECA (PP) - 90.888 - (6,25 %)
PROFESSOR VICTÓRIO GALLI - PSC - 64.691 - (4,45 %)
VALTENIR PEREIRA - PROS - 62.923 - (4,33 %)



Mato Grosso do Sul

Zeca do PT (PT) - 160.556 votos - 12,57%
Marun (PMDB) - 91.816 votos - 7,19%
Geraldo Resende (PMDB) - 87.546 votos - 6,86%
Tereza Cristina (PSB) - 75.149 votos - 5,89%
Vander Loubet (PT) - 69.504 votos - 5,44%
Mandetta (DEM)  - 57.374 votos - 4,49%
Marcio Monteiro (PSDB) - 56441 votos - 4,42%

Dagoberto Nogueira (PDT) - 54.813 votos - 4,29%

Minas Gerais

REGINALDO LOPES (PT) - 310.226 - 3,07 %
RODRIGO DE CASTRO (PSDB) - 292.848 - 2,89 %
MISAEL VARELLA (DEM) - 258.363 - 2,55 %
ODAIR CUNHA (PT) - 201.782 - 1,99 %
GABRIEL GUIMARÃES (PT) - 200.014 - 1,98 %
WELITON PRADO (PT) - 186.098 - 1,84 %
ODELMO LEÃO (PP) - 179.652 - 1,78 %
EROS BIONDINI (PTB) - 179.073 - 1,77 %
JAIMINHO MARTINS (PSD) - 158.907 - 1,57 %
TONINHO PINHEIRO (PP) - 148.239 - 1,47 %
PATRUS ANANIAS (PT) - 147.175 - 1,45 %
GEORGE HILTON (PRB) - 146.792 - 1,45 %
STEFANO AGUIAR (PSB) - 144.153 - 1,42 %
DOMINGOS SÁVIO (PSDB) - 143.901 - 1,42 %
MARCUS PESTANA (PSDB) - 131.687 - 1,30 %
EDUARDO BARBOSA (PSDB) - 130.453 - 1,29 %
MAURO LOPES (PMDB) - 129.795 - 1,28 %
DIMAS FABIANO (PP) - 129.096 - 1,28 %
NEWTON CARDOSO JR (PMDB) - 128.489 - 1,27 %
BILAC PINTO (PR) - 123.377 - 1,22 %
LEONARDO QUINTÃO (PMDB) - 118.470 - 1,17 %
LUIZ FERNANDO (PP) - 117.542 - 1,16 %
MARCOS MONTES (PSD) - 116.175 - 1,15 %
LEONARDO MONTEIRO (PT) - 115.336 - 1,14 %
LUIS TIBE (PT do B) - 114.948 - 1,14 %
DIEGO ANDRADE (PSD) - 114.240 - 1,13 %
PADRE JOÃO (PT) - 112.722 - 1,11 %
SARAIVA FELIPE (PMDB) - 111.317 - 1,10 %
ZÉ SILVA (SD) - 109.925 - 1,09 %
RENZO BRAZ (PP) - 109.510 - 1,08 %
CARLOS MELLES (DEM) - 107.906 - 1,07 %
PAULO ABI-ACKEL (PSDB) - 104.849 - 1,04 %
CAIO NARCIO (PSDB) - 101.040 - 1,00 %
LINCOLN PORTELA (PR) - 98.834 - 0,98 %
RAQUEL MUNIZ (PSC) - 96.073 - 0,95 %
SUB-TENENTE GONZAGA (PDT) - 93.997 - 0,93 %
MIGUEL CORREA (PT) - 93.450 - 0,92 %
RODRIGO PACHECO (PMDB) - 92.743 - 0,92 %
AELTON FREITAS (PR) - 91.103 - 0,90 %
MARIO HERINGER (PDT) - 90.738 - 0,90 %
MARCELO ARO (PHS) - 87.113 - 0,86 %
JULIO DELGADO (PSB) - 86.245 - 0,85 %
BONIFÁCIO ANDRADA (PSDB) - 83.628 - 0,83 %
FABINHO RAMALHO (PV) - 83.567 - 0,83 %
MARGARIDA SALOMÃO (PT) - 78.973 - 0,78 %
LAUDÍVIO CARVALHO (PMDB) - 78.762 - 0,78 %
JÔ MORAES (PC do B) - 67.650 - 0,67 %
TENENTE LÚCIO (PSB) - 67.459 - 0,67 %
MARCELO ALVARO ANTONIO (PRP) - 60.384 - 0,60 %
ADELMO LEAO (PT) - 57.921 - 0,57 %
DÂMINA PEREIRA (PMN) - 52.679 - 0,52 %
DELEGADO EDSON MOREIRA (PTN) - 49.391 - 0,49 %
BRUNNY (PTC) - 45.381 - 0,45 %

Paraná

CHRISTIANE YARED (PTN) 200.144 votos 3,53 %
ALEX CANZIANI (PTB) 187.475 votos 3,31 %
VALDIR ROSSONI (PSDB) 177.324 votos  3,13 %
JOAO ARRUDA (PMDB) 176.370 votos 3,11 %
TAKAYAMA (PSC)  162.952 votos 2,88 %
DELEGADO FRANCISCHINI (SD) 159569 votos 2,82 %
LUCIANO DUCCI (PSB) 156.263 votos 2,76 %
ZECA DIRCEU (PT) 155.583 votos 2,75 %
DILCEU SPERAFICO (PP)  151.930 votos 2,68 %
HERMES FRANGÃO PARCIANELLO (PMDB) 150213 votos 2,65 %
GIACOBO (PR) 144.305 votos 2,55 %
MARCELO BELINATI (PP) 137.817 votos 2,43 %
OSMAR SERRAGLIO (PMDB) 117.048 votos 2,07 %
SANDRO ALEX (PPS) 116.909 votos  2,06 %
RICARDO BARROS (PP)  114.396 votos 2,02 %
ENIO VERRI (PT)  107.508 votos  1,90 %
LUIZ NISHIMORI (PR)  106.852 votos 1,89 %
NELSON MEURER (PP)  106.478 votos 1,88 %
RUBENS BUENO (PPS)  95.841 votos 1,69 %
EVANDRO ROMAN (PSD)  92.042 votos 1,62 %
LUIZ CARLOS HAULY (PSDB) 86.439 votos 1,53 %
EDMAR ARRUDA (PSC)  85.155 votos 1,50 %
ALIEL MACHADO (PC do B) 82.886 votos  1,46 %
ALFREDO KAEFER (PSDB) 82.554 votos 1,46 %
LEANDRE (PV)  81.181 votos 1,43 %
SERGIO SOUZA (PMDB) 77.699 votos 1,37 %
ASSIS DO COUTO (PT)  76.116 votos 1,34 %
TONINHO WANDSCHEER (PT) 71.822 votos 1,27 %
DIEGO GARCIA (PHS) 61.063 votos 1,08 %
LEOPOLDO MEYER (PSB) 59.974 votos 1,06 %

Pernambuco

EDUARDO DA FONTE  (PP) - 283.567 - 6,33 %
PASTOR EURICO  (PSB) - 233.762 - 5,21 %
JARBAS   (PMDB)- 227.470 5,07 %
FELIPE CARRERAS  (PSB) - 187.348 - 4,18 %
ANDERSON FERREIRA (PR) - 150.565 - 3,36 %
DANIEL COELHO  (PSDB) - 138.825 - 3,10 %
BRUNO ARAÚJO  (PSDB) - 131.768 - 2,94 %
JOAO FERNANDO COUTINHO (PSB) - 120.059 - 2,68 %
SEBASTIAO OLIVEIRA (PR) -  115.926 - 2,59 %
DANILO CABRAL  (PSB) - 113.588 - 2,53 %
FERNANDO FILHO  (PSB) - 112.684 - 2,51 %
SILVIO COSTA  (PSC) - 103.461 - 2,31 %
TADEU ALENCAR  (PSB) - 102.669 - 2,29 %
GONZAGA PATRIOTA (PSB) - 101.452 - 2,26 %
ANDRE DE PAULA  (PSD) - 100.875 - 2,25 %
ADALBERTO CAVALCANTI (PTB) - 99.912 - 2,23 %
MARINALDO ROSENDO (PSB) - 97.380 - 2,17 %
BETINHO   (PSDB) - 97.269 - 2,17 %
ZECA CAVALCANTI  (PTB) - 97.057 - 2,16 %
RICARDO TEOBALDO (PTB) - 92.262 - 2,06 %
MENDONÇA FILHO  (DEM) - 88.250 - 1,97 %
OLNEY QUEIROZ  (PDT) - 86.739 - 1,93 %
JORGE CÔRTE REAL (PTB) - 86.023 - 1,92 %
LUCIANA SANTOS  (PC do B) - 85.053 - 1,90 %
KAIO MANIÇOBA  (PHS) - 28.585 - 0,64 %

Santa Catarina

ESPERIDIÃO AMIN (PP) 229668 votos 6,80 %
JOÃO RODRIGUES (PSD)  221409  votos 6,56 %
MAURO MARIANI (PMDB)  195942  votos5,80 %
JORGINHO MELLO (PR)  140.839 votos 4,17 %
PENINHA (PMDB) 137.784 votos 4,08 %
PEDRO UCZAI (PT) 135.439 votos 4,01 %
MARCO TEBALDI (PSDB) 135.042 votos 4 %
JOÃO PAULO KLEINUBING (PSD) -132.349 votos 3,92 %
JORGE BOEIRA (PP) 123.770 votos 3,67 %
VALDIR COLATTO (PMDB) 115.431 votos 3,42 %
DÉCIO LIMA (PT) 112366 votos 3,33 %
CESAR SOUZA (PSD)  110.777 votos 3,28 %
CELSO MALDANER (PMDB) 110.436 votos 3,27 %
RONALDO BENEDET (PMDB) 105.303 votos 3,12 %
CARMEN ZANOTTO (PPS) 78.607 votos 2,33 %
GEOVANIA DE SÁ (PSDB) 52.757 votos 1,56 %

Rio do Janeiro

JAIR BOLSONARO (PP) - 464.572 - 6,10 %
CLARISSA GAROTINHO (PR) - 335.061 - 4,40 %
EDUARDO CUNHA (PMDB) - 232.708 - 3,06 %
CHICO ALENCAR (PSOL) - 195.964 - 2,57 %
LEONARDO PICCIANI (PMDB) - 180.741 - 2,37 %
PEDRO PAULO (PMDB) - 162.403 - 2,13 %
JEAN WYLLYS (PSOL) - 144.770 - 1,90 %
ROBERTO SALES (PRB) - 124.087 - 1,63 %
MARCO ANTÔNIO CABRAL (PMDB) - 119.584 - 1,57 %
OTAVIO LEITE (PSDB) - 106.398 - 1,40 %
FELIPE BORNIER (PSD) - 105.517 - 1,39 %
SÓSTENES CAVALCANTE (PSD) - 104.697 - 1,37 %
WASHINGTON REIS (PMDB) - 103.190 - 1,35 %
ROSANGELA GOMES (PRB) - 101.686 - 1,34 %
JÚLIO LOPES (PP) - 96.796 - 1,27 %
INDIO DA COSTA (PSD) - 91.523 - 1,20 %
ALESSANDRO MOLON (PT) - 87.003 - 1,14 %
HUGO LEAL (PROS) - 85.449 - 1,12 %
GLAUBER (PSB) - 82.236 - 1,08 %
CRISTIANE BRASIL (PTB) - 81.817 - 1,07 %
JANDIRA FEGHALI (PC do B) - 68.531 - 0,90 %
DR JOÃO (PR) - 65.624 - 0,86 %
SIMÃO SESSIM (PP) - 58.825 - 0,77 %
CELSO PANSERA (PMDB) - 58.534 - 0,77 %
MIRO TEIXEIRA (PROS) - 58.409 - 0,77 %
AUREO (SD) - 58.117 - 0,76 %
SERGIO ZVEITER (PSD) - 57.587 - 0,76 %
AROLDE DE OLIVEIRA (PSD) - 55.380 - 0,73 %
RODRIGO MAIA (DEM) - 53.167 - 0,70 %
CHICO D'ANGELO (PT) - 52.809 - 0,69 %
CABO DACIOLO (PSOL) - 49.831 - 0,65 %
LUIZ SÉRGIO (PT) - 48.903 - 0,64 %
ALEXANDRE SERFIOTIS (PSD) - 48.879 - 0,64 %
DELEY (PTB) - 48.874 - 0,64 %
SORAYA SANTOS (PMDB) - 48.204 - 0,63 %
BENEDITA DA SILVA (PT) - 48.163 - 0,63 %
PAULO FEIJÓ (PR) - 48.058 - 0,63 %
MARCELO MATOS (PDT) - 47.370 - 0,62 %
FERNANDO JORDÃO (PMDB) - 47.188 - 0,62 %
FRANCISCO FLORIANO (PR) - 47.157 - 0,62 %
MARCOS SOARES (PR) - 44.440 - 0,58 %
ALTINEU CORTES (PR) - 40.593 - 0,53 %
FABIANO HORTA (PT) - 37.989 - 0,50 %
EZEQUIEL TEIXEIRA (SD) - 35.701 - 0,47 %
LUIZ CARLOS RAMOS DO CHAPEU (PSDC) - 33.221 - 0,44 %
ALEXANDRE VALLE (PRP) - 26.526 - 0,35 %



Rio Grande do Sul

LUIZ CARLOS HEINZE (PP) - 162.462 - 2,76 %
DANRLEI DE DEUS GOLEIRO (PSD) - 158.973 - 2,70 %
ALCEU MOREIRA (PMDB) - 152.421 - 2,58 %
GIOVANI FELTES (PMDB) - 151.406  - 2,57 %
ONYX LORENZONI (DEM) - 148.302 - 2,52 %
PAULO PIMENTA (PT) - 140.868 - 2,39 %
MARCO MAIA (PT) - 133.639 - 2,27 %
AFONSO HAMM (PP) - 132.202 - 2,24 %
BUSATO (PTB) - 130.807 - 2,22 %
HENRIQUE FONTANA (PT) - 128.981 - 2,19 %
MARIA DO ROSÁRIO (PT) - 127.919 - 2,17 %
OSMAR TERRA (PMDB) - 120.755 - 2,05 %
NELSON MARCHEZAN JUNIOR (PSDB) - 119.375 - 2,02 %
MÁRCIO BIOLCHI (PMDB) - 119.190 - 2,02 %
MARCON (PT) - 116.178 - 1,97 %
GIOVANI CHERINI (PDT) - 115.294 -1,96 %
JERÔNIMO GOERGEN (PP) - 115.173 - 1,95 %
SÉRGIO MORAES (PTB) - 115.155 - 1,95 %
COVATTI FILHO (PP) - 115.131 - 1,95 %
PERONDI (PMDB) - 109.864 - 1,86 %
PEPE VARGAS (PT) - 109.469 - 1,86 %
JOÃO DERLY (PC do B) - 106.991 - 1,81 %
RENATO MOLLING (PP) - 102.770 - 1,74 %

Fonte: Portal EBC

MANIFESTO NOTÍCIAS: Lista com os 27 senadores eleitos


Plenário do Senado Federal em Brasília
   Abaixo segue a lista dos 27 senadores eleitos. Sendo que apenas cinco conseguiram reeleição e 22 são nomes novos ou retornam ao senado, como Tasso Jereissati e José Serra.

Acre: Gladson Camelli (PP)
Alagoas: Fernando Collor (PTB)
Amazonas: Omar Aziz (PSD)
Amapá: Davi Acolumbre (DEM)
Bahia: Otto Alencar (PSD)

Ceará: Tasso Jereissati (PSDB)
Distrito Federal: Reguffe (PDT)
Espírito Santo: Rose de Freitas (PMDB)
Goiás: Ronaldo Caiado (DEM)
Maranhão: Roberto Rocha (PSB)
Mato Grosso: Wellington Fagundes (PR)
Minas Gerais: Antonio Anastasia (PSDB)
Mato Grosso do Sul: Simone Tebet (PMDB)
Pará: Paulo Rocha (PT)
Paraíba: José Maranhão (PMDB)
Paraná: Álvaro Dias (PSDB)
Pernambuco: Fernando Bezerra Coelho (PSB)
Piauí: Elmano Férrer (PTB)
Rio de Janeiro: Romário (PSB)
Rio Grande do Norte: Fátima Bezerra (PT)
Rio Grande do Sul: Lasier Martins (PDT)
Rondônia: Acir Gurgacz (PDT)
Roraima: Telmário Mota (PDT)
Santa Catarina: Dário Berger (PMDB)
São Paulo: José Serra (PSDB)
Sergipe: Maria do Carmo (PT)
Tocantins: Kátia Abreu (PMDB)



Segunda Tela: "Ta na tela" ainda não disse a que veio


   Exibido diariamente, às 15h30, na Band, o programa "Tá na Tela" ainda não mostrou nada de diferente. Pior: conseguiu a proeza de ser o mais redundante programa de cunho sensacionalista e apelativo da TV. O apresentador Luiz Bacci não mostra o mesmo desempenho de quando esteve em outras emissoras – SBT e Record. Ali, ele parece mais um personagem de novela mexicana, onde usa e abusa de caras e bocas, gritaria, piadas sem graça e bordões nada originais – como o "bota exclusivo que dá trabalho, minha filha" – que ele pegou  "emprestado" de seu "padrinho", Marcelo Rezende do "Cidade Alerta", da Record.

Luis Bacci, apresentador de "Ta na tela" 
   Se a promessa, antes da estréia, era oferecer uma atração que mesclasse entretenimento com jornalismo, isso foi esquecido. As pautas, ou seja, matérias apresentadas são fora do contexto e nada interessantes, parecendo testar a paciência do telespectador, ou subestimá-lo. Talvez por isso, o efeito dessa causa esteja se refletindo nos números de audiência que chegou com a expectativa de aumentar o ibope da Band, mas que não alterou o panorama, e não passa geralmente, dos 3 pontos – cada ponto equivale a 65 mil domicílios na Grande SP. Assim, o sinal amarelo começa a se acender pelos corredores do canal do Morumbi, e Luiz Bacci vê seu programa e o exorbitante salário de R$ 450 mil por mês, contestados. Algumas mudanças estão sendo estudadas para garantir uma sobrevida do Tá na Tela no ar, pra impedir que o sinal vermelho se acenda e o "Menino de Ouro" se apague.

Texto: Jean Pierry Leonardo

sábado, 4 de outubro de 2014

Cultura Manifesta: For Annie lança seu primeiro disco

O seu primeiro EP- INTERNA, terá lançamento
 no próximo dia 10
Banda de post-hardcore, a For Annie se descreve como uma família. Composta por Felipe (vocalista/guitarrista), Gabriel (guitarrista), Podolski (baixista/screamo) e Igor (baterista), sentem no palco que ela não apenas se resume aos integrantes, mas a todos que fazem parte desses momentos. Com trabalhos iniciados no começo do ano, já vem com seu primeiro EP- INTERNA, que terá seu lançamento no próximo dia 10.
   A entrevista começa com perguntas sobre a história da banda e traz um pouco da visão de cada integrante. Vale a pena dar uma olhada!
 
História da banda. O "por quê" do nome, como e quando foi criada?

Felipe: Tinha um tempo que eu e o Gabriel estávamos tentando tocar juntos, e a coisa mais difícil hoje é achar um baterista, daí a ideia ficou meio que engavetada uns meses. Foi o tempo de conhecer o Podolski e o André Fully, que foi nosso primeiro baterista, dai começamos a tocar em janeiro. Sobre o nome, cara, é uma história idiota: um dia a gente tava na casa do Podolski e ele tava jogando LoL, daí a gente pilhou numa personagem do jogo chamada Annie.

O que vocês sentem quando estão no palco e o que acham que o público sente ao vê- los tocar ?

Gabriel: Sentimos que ali não falamos por quatro integrantes, falamos por uma família formada por amigos, parentes e fãs que nos incentivam para que momentos como esse tornem-se cada vez mais comuns em nossas vidas.

Quais são as influências na música da banda?

Podolski: Cara, a gente escuta muita coisa diferente da proposta da banda, mas acho que o que mais reflete é algo tipo Attack Attack!, Pierce the Veil, A Day to Remember, Asking Alexandria, Sleeping with Sirens, BFMV, Gloria, Bring me the Horizon... Devo ter esquecido alguma coisa, mas é por aí.


Vocês, também como formadores de opinião, o que esperam dessas eleições?

Podolski: Eu realmente só espero que as promessas sejam cumpridas e que o nosso país evolua.

O que o público pode esperar desse EP?

Igor: A gente botou toda nossa qualidade atual nesse EP, tentando ao máximo fazer dele algo bem divertido e bem tocado. A gente tem coisa pra tocar na rádio, mas também tem coisa pra quem é fiel ao gênero, sem perder a originalidade. O pessoal vai gostar!

Quais são as inspirações na hora da composição?
Felipe: Isso varia muito de banda pra banda e de integrante pra integrante. A gente nunca funcionou tipo "vamos todos sentar juntos e escrever uma música". Eu acho que a gente funciona até melhor escrevendo separado. É o lance de a tua música ser a tua vida, e é. A gente canta o que a gente vive e a gente não consegue sair disso. Pode parecer drama pra quem ouvir 'Morfina' (faixa 2 do EP 'Interna'), mas só quem escreveu essa música sabe exatamente o que cada palhetada significa.

Quais são as principais dificuldades enfrentadas por uma banda, desde seu início até a fama?
Gabriel: São várias dificuldades, dentre elas o tempo, dinheiro e relacionamentos. Eu sou o único integrante que ainda cursa o ensino médio, e pode parecer engraçado, porém as vezes sinto o peso das dificuldades quando deixo de comprar um lanche na cantina do colégio pra economizar o dinheiro e usar para pagar algum ensaio. Temos a consciência de que para que o nosso sonho se torne realidade é necessário investimento. Então isto nos deixa tranquilos pois sabemos que um dia teremos o retorno.


Como vocês vêem o cenário cultural atual?

Felipe: A gente tem conhecido muita gente ligada a vários meios de arte e isso tem sido muito bom pra nós. Quando se está de fora, a gente acha que o artista, em geral , é um vagabundo que não quer um 'emprego de verdade', mas falando como parte integrante de um todo, cara, é lindo ver a correria de todo mundo que faz a coisa de verdade, que leva a sério. É cada vez mais difícil fazer a coisa acontecer e as pessoas continuam se juntando e lutando pra fazer  quem tá de fora ver como é isso aqui na real.

O que a For Annie traz de novidade a esse cenário?                                                     
Igor: Acho que a 4N traz pro RJ um pouco mais do cenário post-hardcore. A gente espera  crescer, levar nosso som por aí e trazer mais oportunidade pra galera ouvir o gênero.

Até onde pretende chegar a For Annie?
Gabriel: A For Annie vai muito além do que uma banda formada por amigos, então isso faz com que nosso objetivo seja muito maior do que tocar em imensos festivais ou receber diversas premiações, não que isso não faça parte do nosso sonho, mas isso não é tudo. O que realmente almejamos é tocar o coração de cada pessoa que está perdendo um pouco do tempo dessa rotina corriqueira e fazer com que nossa mensagem seja pregada e espalhada pelos quatro cantos do mundo.

Descreva a banda em uma palavra.
Igor: Família



Créditos e entrevista: Israel Esteves

Luciana Genro no país das maravilhas #Parafraseando

        Luciana Genro vem ganhando adeptos com suas declarações polemicas e assim conquista militantes para o seu partido, o PSOL. Em uma entrevista ao programa “The Noite com Danilo Gentili” em um determinado momento ele apresentou sua opinião sobre comunismo e Luciana mandou ele estudar. 
        Porém ela não esperava que os estudantes da Universidade de Brasilia fizessem um vídeo (clique no link para ver o vídeo), onde expõem que o mundinho colorido dela não passa de apenas um velho discurso.
                Abaixo está fragmentos sobre este vídeo.

                                                       O socialismo não deu certo
           Tratado como "utopia concreta" por Luciana Genro, o socialismo não logrou êxito — defendem os jovens do vídeo.
            Para eles, é praxe os militantes socialistas se referirem a ditadores comunistas pelo nome do regime do ditador, na tentativa de mascarar uma experiência de socialismo que deu errado.

   É o caso do "stalinismo", na União Soviética, "castrismo", em Cuba, e "chavismo", na Venezuela.

                                                    Taxar as grandes fortunas é pior

             Luciana Genro quer a taxação das grandes fortunas — acima de R$ 50 milhões. Segundo os estudantes, essa medida não deu certo nos países em que foi adotada.
             Eles explicam que essa tributação levou à fuga de dinheiro de países como França e Estados Unidos. Como exemplo, citaram Eduardo Saverin, ex-Facebook, e o ator Gerard Depardieu, que abriram mão das respectivas cidadanias para que o Estado não mexesse em seus cofres.

"É uma ingenuidade achar que milionários vão ficar parados esperando o Estado tomar seu dinheiro", ironiza um estudante.

Com dinheiro saindo do País, há o risco de cair o nível de empregos.

                                                Investir na Bolsa financia a produção

           Os alunos afirmam que é uma falácia Genro dizer que o dinheiro hoje vai para o mercado de capitais, em vez de ir para a produção. Enumeram uma série de empresas de alimentos como a Burger King e tecnologia que têm ações na Bolsa e explicam que investir na Bolsa é financiar a produção dessas companhias.
            Também dizem que "não existe dinheiro certo" no mercado financeiro, como defende Luciana Genro. Ainda alfinetam o pai dela, o governador Tarso Genro (PT-RS), candidato à reeleição, que tem grana em fundo de investimentos, exatos 1 milhão.

                                  Países livres e capitalistas são mais tolerantes aos gays

       Os jovens do Instituto Liberal do Centro-Oeste defendem que socialismo e liberdade, substantivos que figuram no nome do PSOL, são excludentes. 
            Lembram que países capitalistas e livres são mais tolerantes aos gays — minoria acolhida pelo PSOL em suas bandeiras fundamentais. Inclusive um dos estudantes explica a visita constante do PSOL em universidades públicas se filiando a bandeiras com defesa aos gays e legalização da maconha, ainda continua dizendo que o PSOL utiliza esses movimentos como “massa de manobra”.

                                        Renda dos pobres é maior em países capitalistas

           Os estudantes usam o ranking mundial de liberdade econômica para comparar como está a renda das pessoas mais pobres em países capitalistas e socialistas. Os dados mostram que, quanto mais empreendedorismo e comércio, os pobres de um país são mais ricos. Portanto, segundo eles, a renda das famílias pobres é maior em países mais livres.

FONTE: ILCO/BRASIL POST.