terça-feira, 5 de maio de 2015

A história do famoso game Minecraft.



   Minecraft  começou como um jogo Indie desenvolvido por Markus “Notch” Persson Baseado em Infiniminer, Minecraft  se passa em um mundo aberto no qual você pode explorar, construir, escavar, explorar novamente, obter recursos, construir novamente etc...

   Por não ter um objetivo matriz, o jogador fica livre para ir onde quiser quando quiser passando por florestas densas, desertos, relva, praias e muitos outros biomas sejam de dia, de noite sob chuva ou sob neve pra você não ficar enjoado de ver apenas pinheiro, pinheiro, pinheiro e pinheiro.



   Não se prenda a valores gráficos, pois o jogo foi criado em Java, e mesmo assim possui um amplo horizonte por onde sua mente é o seu guia e sua criatividade é o limite.

   Tanto que alguns fans criaram novelas e curtas histórias utilizando o Minecraft e hoje estão entre os mais visualizados do youtube.   


   Jogadores empenhados constroem edifícios, relíquias, réplicas monumentais (ex: Enterprise de star trek, Titanic etc...) e paisagens com um jogo de pixels que quando visto de longe possuem um certo grau de realismo (Bem feito demais para um jogo em Java) e sem contar que você pode jogar Minecraft em qualquer lugar com a versão Pocket no seu Smartphone.



   Em uma longa carta de despedida, "Notch" conta que não quer ser um símbolo, responsável por algo enorme que "não entendo, não quero trabalhar, mas que continua retornando". "Não sou um empreendedor. Não sou um CEO. Sou um programador nerd que gosta de manifestar suas opiniões no Twitter", afirma.

   Em 15 de setembro de 2014 Notch vendeu sua empresa Majong juntamente com o game Minecraft para a Microsoft.

   Minecraft então foi declarado o 3º Game mais vendido de todos os tempos (Segundo o G1).


APITO MANIFESTO - ENTRE A RAZÃO E A EMOÇÃO


    No último sábado, fui ao estádio Moça Bonita em Bangu, conferir a final da Taça Guanabara Sub-20 entre Flamengo x Botafogo.

   Fui como torcedor, cheguei cedo e de repente vi que faltava algo. Faltava o lado jornalístico. Não adiantava apenas torcer e não analisar os fatos. Estava incomodado com isso e tomei uma decisão. Resolvi cobrir os acontecimentos da partida com um único equipamento: meu próprio celular.

   Foi uma gravação em baixa qualidade de vídeo, com o áudio meio comprometido, mas com a intenção de mostrar o que muitos não conseguem ver ou serem informados. E durante toda partida fiquei dividido entre comemorar ou reclamar da arbitragem, e gravar ou apurar tudo o que vi de importante.

    Vale ressaltar: um policial militar me informou que apenas 900 ingressos foram confeccionados para a troca de 1kg de alimento não perecível. Enquanto que o estádio comporta por questões de segurança, cerca de 4000 torcedores. Portanto mais de 3000 mil pessoas entraram sem registro das catracas, o que mostra total desorganização do campeonato, mesmo não sendo pela categoria profissional. Uma pena para os muitos torcedores que ficaram do lado de fora, após o fechamento dos portões, para conter o excesso de público.

   Eis o resultado:






sábado, 2 de maio de 2015

CULTURA MANIFESTA : HOJE NÃO TEM MATÉRIA !


   
    Sim,tem matéria.Isso não foi uma forma de matar do coração meu chefe,mas um jeito de chamar sua atenção para esse assunto.Na matéria passada,falamos sobre o evento coberto pela Manifesto,experiência que a Cultura Manifesta teve o prazer de reproduzir.Mas,dessa vez viemos lhe trazer uma discussão que movimenta o mundo da cultura.A elitização do teatro x redemocratização dele.Aqui,então já podemos dar um título a matéria.Que tal " Elitizar ou redemocratizar? Eis a questão. "?
    O teatro vem de muito antes de Cristo,na Grécia.Naquele tempo as apresentações eram feitas em praças públicas e tinham suas histórias formadas através de tragédias,que representavam adoração aos deuses ou alguma forma de reflexão ao espectador.
    Naquela época mesmo,a comédia também foi se tornando um ponto forte.Nada melhor que se alcançar o público através dos risos.Não podemos esquecer também de Shakespeare,tempos depois,com suas críticas e afirmações,principalmente a burguesia. 
   Com o passar dos anos,foi–se havendo uma elevação do preço cobrado pelos espetáculos,o que seria aparentemente bom aos que vivem da arte,porém tornou-se um mercado.Produtivo?Claro. "Para quem gosta de arte:pague aos tubos para ver o que vamos apresentar essa noite.“ Dizia algum cartaz de teatro perdido no tempo. 
    Ser uma pessoa culta,sábia estava ligado a ver as peças teatrais,óperas. Mas,por que ainda temos algum traço dessa cultura hoje?Por que não voltar a ser algo acessível?

 Alguns motivos:
- espetáculos em dias de semana
- preços elevados
-poucos lugares acessíveis
    Todos os itens levantados acima estão ligados a essa elitização teatral,mas podemos ressaltar outros como:interesses pessoais,patrocínio e status dos próprios artistas

        Foto: CAAPA, 1ª  Oficina de Teatro Criação Cênica
    
   Há mudança nessa realidade,sim.Não foram todos que se perderam.E aos poucos,relembrando as antigas fontes com:teatro de rua,teatro cristão,projetos de inclusão através da arte,lugares e preços mais acessíveis,tentam remontar uma cena mais barata ao respeitável público.


   

sexta-feira, 1 de maio de 2015

RELAÇÃO DE PODER: 220 MIL MORTOS DE UMA GUERRA QUE NÃO PARECE TER FIM

       O conflito na Síria já deixou mais de 220 mil mortos, esses números foram divulgados pelo Observatório Sírio dos Direitos humanos. São 67.293 civis mortos, dentre eles 11.021 crianças, isso é lamentável.
        O número de desaparecidos também é assustador, são mais de 20 mil pessoas que estão desaparecidas. 



Muitas cidades de Síria estão destruídas, cenário que que relembra as cidades Alemãs ao fim da segunda guerra mundial. 
       No mês passado foram completados quatro anos que o conflito na Síria começou. O regime de Assad mantém a ação brutal, diante da passividade da comunidade internacional.
       Está na hora desse conflito acabar, os Sírios pedem por paz, todos no mundo pedem por paz. 



Assad, presidente da Síria




#ACenaVive






       

Somos todos jornalistas ? #Crônica

Somos os vilões dos artistas, a escória da sociedade, somos tidos como os manipuladores, somos criticados por não publicar x ou y, somos interesseiros, nas novelas somos apresentados como fofoqueiros, dissimulados e tantos outros adjetivos, afinal de contas somos todos jornalistas?

Segundo os donos do Brasil, não há necessidade de patentes, viva a liberdade... Liberdade, liberdade abre as asas sobre nós, depois veio o avanço das redes e uma enxurrada de notícias pairou na grande teia cibernética. 

Surgiram então as inúmeras barrigas* sobre barrigas, as notícias tornaram-se superficiais, vazias.  O jornalismo assim também, refém da contemporaneidade, mas ainda há solução, afinal de contas somos todos jornalistas?

O jornalista é uma espécie de pesquisador social do dia a dia, nos tempos atuais temos que apurar, reviver o jornalismo que está adormecido, seria como os meios sociais um grande lago, as notícias os peixes e o jornalista um pescador, cabe a ele selecionar, separar e analisar quais são os melhores.

O jornalista tem que ser como dizem os grandes pensadores contemporâneos, colocar a cara no sol, está na chuva para molhar-se, encarar tiros, porradas e bombas para escrever a história, fazer parte da história o que hoje é notícia amanhã é conhecimento para as futuras gerações, o compromisso de levar informação é essencial, podem nos jogar nas covas dos pitbull's, mas mesmo assim enfrentemos, nunca se precisou tanto de jornalistas! Afinal, somos todos jornalistas?

*Barriga: Jargão jornalístico para notícia irreal, sensacionalista, inverídica.