quinta-feira, 23 de abril de 2015

ESPORTE MANIFESTO: A SUPERAÇÃO SE CHAMA FERNANDO FERNANDES

       Atualmente o Fernando Fernandes é um atleta paraolímpico brasileiro, mas antes de ser atleta ele era modelo(continua desfilando) e participou do Reality show Big Brother Brasil da Rede Globo.
       Após uma partida de futebol, o atleta paraolímpico acabou dormindo ao volante e sofreu um acidente, no hospital ele percebeu que não sentia mais as pernas e depois disso a sua vida mudou. Superação é o resumo da vida do Fernando Fernandes, ele ficou cinco dias na UTI e um mês internado.

Fernando Fernandes é um exemplo de superação.


       Com apenas três meses de lesão, o atleta decidiu que iria participar da corrida de São Silvestre, ele intensificou a fisioterapia e os treinos para participar da corrida. No dia da corrida o atleta com a mão esfolada e o pneu furado conseguiu concluir a prova e ganhou o maior prêmio de sua carreira, um grande abraço de seus pais orgulhosos chorando por ele ter vencido essa "barreira". 



Fernando Fernandes malhando com o auxílio de seu preparador físico. 

       E com apenas 8 meses de treinos, o Fernando estava subindo o lugar mais alto do pódio em uma competição onde reunia os melhores atletas do mundo, ele mudou a história da canoagem.


Fernando Fernandes comemorando o título mundial de canoagem. 

       Fernando Fernandes é considerado uma lenda na história da canoagem, um grande exemplo de superação para todos. Na atualidade o atleta é tetra campeão mundial de canoagem, é bicampeão Sul Americano de canoagem, e possui diversos outros títulos na sua bela carreira. 



#ACenaVive





#CuriosidadesManifesto #DitaduraMilitar


Em tempos em que ouvimos alguns discursos favoráveis à intervenção militar, dissolução do Congresso Nacional, dentre outros argumentos, vale relembrarmos alguns fatos acerca do período mais obscuro que o nosso país já teve, os 21 anos de Ditadura Militar.
Hoje o Curiosidades nos traz exemplos dos métodos de tortura (Sim, tortura!) mais utilizados durante o regime. 

Antes de repetir a esmo o discurso favorável à volta dos anos negros do Brasil, vale estudar um pouco mais como realmente funcionava a hegemonia militar. Pode começar conferindo a matéria, e dar continuidade fazendo suas próprias pesquisas. Preparado??




PAU DE ARARA



"Com uma barra de ferro atravessada entre os punhos e os joelhos, o preso ficava pelado, amarrado e pendurado a cerca de 20 centímetros do chão. Nessa posição que causa dores atrozes no corpo, o preso sofria com choques, pancadas e queimaduras com cigarros."




GELADEIRA



"Os presos ficavam pelados numa cela baixa e pequena, que os impedia de ficar de pé. Depois, os torturadores alternavam um sistema de refrigeração superfrio e um sistema de aquecimento que produzia calor insuportável, enquanto alto-falantes emitiam sons irritantes. Os presos ficavam na “geladeira” por vários dias, sem água ou comida."



AFOGAMENTOS




"Os torturadores fechavam as narinas do preso e colocavam uma mangueira ou um 
tubo de borracha dentro da boca do acusado para obrigá-lo a engolir água. Outro método era mergulhar a cabeça do torturado num balde, tanque ou tambor cheio de água, forçando sua nuca para baixo até o limite do afogamento."



CADEIRA DO DRAGÃO


"Os presos sentavam pelados numa cadeira revestida de zinco ligada a terminais elétricos. Quando o aparelho era ligado na eletricidade, o zinco transmitia choques a todo o corpo."


ESPANCAMENTOS


"Vários tipos de agressões físicas eram combinados às outras formas de tortura. Um dos mais cruéis era o popular “telefone”. Com as duas mãos em forma de concha, o torturador dava tapas ao mesmo tempo contra os dois ouvidos do preso. A técnica era tão brutal que podia romper os tímpanos do acusado e provocar surdez permanente."

CHOQUE ELÉTRICO


"As máquinas usadas nessa tortura eram chamadas de “pimentinha” ou “maricota”. Elas geravam choques que aumentavam quando a manivela era girada rapidamente pelo torturador."

SORO DA VERDADE


"O pentotal sódico é uma droga injetável que provoca na vítima um estado de sonolência e reduz as barreiras inibitórias. Sob seu efeito, a pessoa poderia falar coisas que normalmente não contaria – daí o nome “soro da verdade”.


E então pessoal, pra quem chegou até aqui, vale uma pesquisa mais bem detalhada para formar sua própria opinião, concordam? 

Fotos: Fatos Desconhecidos.

#EuViNaNet - Até onde você iria por amor?

Até onde você seria capaz de provar seus sentimentos por alguém? Você precisaria mesmo prová-lo? Você seria capaz de se despir completamente por alguém que você ama? De deixar para trás tudo aquilo que te faz humano apenas para agradar o amor da sua vida? 

Essa é a premissa do curta He Took His Skin Off For Me (Ele Tirou Sua Pele Por Mim, em tradução livre). A história gira em torno de um homem que se despe de sua própria pele para se mostrar por completo e atender a um pedido de sua amada. 


O curta explora os desdobramentos de se conviver com alguém sem pele: a sujeira pela casa, a sensação constante de frio e os olhares atravessados de toda a sociedade.

A princípio, nada disso parece importar para o casal. Mas no decorrer da história surge a dúvida se ela seria capaz de fazer o mesmo para demonstrar seu amor. Se ela teria coragem para se despir de tudo – literal e figurativamente – por ele?

Estes questionamento provoca reflexões e leva o espectador a refletir sobre o quanto se cobra dos outros e a incerteza de que se faria pelo outro a mesma coisa se deseja para si.
Demonstra também, o quanto se deseja que o ser amado pertença ao ser amante, desconstruindo assim o amor romântico e vivendo um amor possessivo e egoísta.

O filme produzido por Ben Aston como trabalho de graduação teve o apoio de cerca de 200 pessoas e demorou dois anos para ser concluído. Foram necessárias semanas de estudos, desenvolvimento e  e implementação de efeitos visuais. O ator teve o corpo coberto de próteses que imitavam músculos humanos. - Assista ao curta clicando na imagem acima. 




#CuriosidadesManifesto #DitaduraMilitar


Em tempos em que ouvimos alguns discursos favoráveis à intervenção militar, dissolução do Congresso Nacional, dentre outros argumentos, vale relembrarmos alguns fatos acerca do período mais obscuro que o nosso país já teve, os 21 anos de Ditadura Militar.
Hoje o Curiosidades nos traz exemplos dos métodos de tortura (Sim, tortura!) mais utilizados durante o regime. 

Antes de repetir a esmo o discurso favorável à volta dos anos negros do Brasil, vale estudar um pouco mais como realmente funcionava a hegemonia militar. Pode começar conferindo a matéria, e dar continuidade fazendo suas próprias pesquisas. Preparado??




PAU DE ARARA



"Com uma barra de ferro atravessada entre os punhos e os joelhos, o preso ficava pelado, amarrado e pendurado a cerca de 20 centímetros do chão. Nessa posição que causa dores atrozes no corpo, o preso sofria com choques, pancadas e queimaduras com cigarros."




GELADEIRA



"Os presos ficavam pelados numa cela baixa e pequena, que os impedia de ficar de pé. Depois, os torturadores alternavam um sistema de refrigeração superfrio e um sistema de aquecimento que produzia calor insuportável, enquanto alto-falantes emitiam sons irritantes. Os presos ficavam na “geladeira” por vários dias, sem água ou comida."



AFOGAMENTOS




"Os torturadores fechavam as narinas do preso e colocavam uma mangueira ou um 
tubo de borracha dentro da boca do acusado para obrigá-lo a engolir água. Outro método era mergulhar a cabeça do torturado num balde, tanque ou tambor cheio de água, forçando sua nuca para baixo até o limite do afogamento."



CADEIRA DO DRAGÃO


"Os presos sentavam pelados numa cadeira revestida de zinco ligada a terminais elétricos. Quando o aparelho era ligado na eletricidade, o zinco transmitia choques a todo o corpo."


ESPANCAMENTOS


"Vários tipos de agressões físicas eram combinados às outras formas de tortura. Um dos mais cruéis era o popular “telefone”. Com as duas mãos em forma de concha, o torturador dava tapas ao mesmo tempo contra os dois ouvidos do preso. A técnica era tão brutal que podia romper os tímpanos do acusado e provocar surdez permanente."

CHOQUE ELÉTRICO


"As máquinas usadas nessa tortura eram chamadas de “pimentinha” ou “maricota”. Elas geravam choques que aumentavam quando a manivela era girada rapidamente pelo torturador."

SORO DA VERDADE


"O pentotal sódico é uma droga injetável que provoca na vítima um estado de sonolência e reduz as barreiras inibitórias. Sob seu efeito, a pessoa poderia falar coisas que normalmente não contaria – daí o nome “soro da verdade”.


E então pessoal, pra quem chegou até aqui, vale uma pesquisa mais bem detalhada para formar sua própria opinião, concordam? 

Fotos: Fatos Desconhecidos.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

ECONOMIA VERDE-AMARELA: A ECONOMIA BRASILEIRA NA ÉPOCA DA DITADURA MILITAR - PARTE II

       Os governos militares conseguiram modernizar a nossa economia, mas não conseguiram sustenta o ritmo acelerado de crescimento da década de 70.       O forte crescimento econômico contribuiu para aumentar a renda e diminuir a pobreza. O salário dos mais ricos cresceram mais rápidos, gerando uma grande desigualdade. A demanda por mão qualificada era muito alta para uma época em que a população não tinha um bom nível de escolaridade.
       O comércio exterior cresceu muito durante o regime militar. As exportações aumentaram 20 vezes e as importações foram multiplicadas por 30 vezes. A força do país era a venda do café. 

       O endividamento externo foi uma marca da ditadura militar no Brasil, chegou a ser aumentada 30 vezes nesse período. Essa grande dívida foi se acumulando, gerando um cenário caótico na década de 80. 
       Um dos principais objetivos dos militares era combater a inflação. Até o ano de 1973, conseguiram controla-lá, depois disso ela explodiu, ficando fora de controle, contribuindo para um cenário caótico. 
  
A economia brasileira estava estagnada quando os militares começaram a governar. A resposta do presidente Castelo Branco (foto), foi adoção de um programa de reformas que tinha como objetivos: equilibrar as contas do governo, controlar a inflação e desenvolver mercado de crédito.

       O PAEG foram reformas no início do governo de Castelo Branco, reorganizaram a economia e abriram caminho para o crescimento dos anos do milagre.
       A instituição das correções monetárias, passou a ter reajustes automáticos de preços, permitiu que o governo começasse a se financiar emitindo títulos públicos e aumentando a arrecadação do governo para a poupança privada.
O novo governo eliminou impostos em cascatas e tributos arcaicos, permitindo uma melhor coordenação dos regimes tributários. A correção aumentou a arrecadação.
       Com a criação do banco centra tenha o principal objetivo de controlar a oferta da moeda na economia. Antes, a função era exercida pelo Banco do Brasil, o mesmo continuo financiando o tesouro nacional até a década de 80.
       Na política salarial, os salários começaram a ser corrigidos anualmente com base em uma formula que só repassava parte da inflação, colocando perdas na prática.
       A política habitacional, criou o sistema financeiro da habitação e do banco nacional da habitação (BNH). O governo estimulou a procura da casa própria e da construção civil.

Conheça os condutores da política econômica no regime militar


Otávio Gouveia de Bulhões
(1906-1990)
       Foi ministro da Fazenda no Governo Castello Branco. Economista de prestígio na academia que fez carreira no setor público antes do golpe militar. Colaborou com Roberto Campos na elaboração do PAEG.


Roberto Campos
(1917-2001)
       Assumiu o ministério de Planejamento no governo de Castelo Branco, foi o principal colaborador do PAEG, programa de reformas que organizou a economia após o golpe. 
        

Dênio Nogueira
(1920-1997)
       Foi presidente do Banco Central, criado no início do governo de Castelo Branco. Acabou tendo o mandato suspenso com a decisão do presidente Costa e Silva.
 


Mário Henrique Simonsen
(1935-1997)
       Foi o criado da formula que conteve os salários no governo do Castelo Branco. Foi ministro de Geisel e Figueiredo. Acabou deixando o governo após fracassar no plano de austeridade.


Delfim Neto
(1928 - )
       Foi ministro da Fazenda, Agricultura e Planejamento. Comandou a economia nos 8 anos de forte crescimento como ministro de Costa e Silva e Médici. Retornou ao governo com Figueiredo para administrar as crises que marcaram no fim do regime militar.


João Paulo dos Reis Velloso
(1931 - )
       Foi ministro do Planejamento nos governos de Médici e Geisel. Foi o principal formulador II PND (Plano Nacional do Desenvolvimento).



Severo Gomes
(1924 - 1992)
       Foi ministro da Indústria e do Comércio, foi um dos intervencionistas do governo de Geisel e depois se afastou dos militares.



Marcos Vianna
(1934 - )
        Foi presidente do banco BNDE de 1970 a 1979, 


Carlos Langoni
(1944 - )
       Foi presidente do BC (Banco Central), presidiu o BC no início dos anos 80.




Ernane Galvêas
( 1922 - )
       Foi presidente do Banco Central nos governos de Costa e Silva e Médici, Foi ministro da Fazenda no governo de Figueiredo.


Leia a primeira parte da série A economia brasileira nas épocas da ditadura milita
http://www.manifestopublicobrasileiro.com/2015/03/economia-verde-amarela-economia.html